Casa do Maker

A Casa do Maker é um blog cômico expondo artigos, notícias, comentários e críticas num tom satírico. Ou não.

Autor

Mini-Biografia
Eduardo Ribeiro

Eduardo Ribeiro da Silva (Suzano, SP, 2 de fevereiro de 1989) é o único escritor do blog e mantenedor da Casa do Maker. Escreve artigos críticos e satíricos sobre os mais variados temas com ilustrações caricatas.
Perfis: Orkut, Casa do Maker, Youtube e Twitter.

Adsense

Licença

Piriquetinha e Piriquetão - Falando em casamento

22 de junho de 2009 - Casa do Maker apresenta um “show” de marionetes.

Piriquetinha (mão direita) apresenta seu noivo, Piriquetão (mão esquerda) a seus amigos, e este desconversa sobre a possibilidade do pedido de casamento aos pais de sua noiva, Piriquetinha que acaba revelando uma surpresa a Piriquetão.

Ventríloquo (de meia tigela): Eduardo Ribeiro

Dedicado aos leitores assíduos do blog: Helivelton, Talita, Érick e Renato.

De Itaquaquecetuba, Eduardo Ribeiro, um grande abraço, até a próxima.

Feliz dia dos namorados

Eduardo Ribeiro, Itaquaquecetuba, SP, 12 de junho de 2009

O dia 12 de Junho não é tão marcante para os apaixonados, estes apenas gastarão seu rico dinheirinho, pois sentem-se na obrigação de presentear a “alma gêmea” do momento, não é um dia para os seres que se entrelaçam afetivamente e sim para os fracassados sociais, nerds trágicos e feiosos da vida. É nesse dia que eles sentem que se encaixam no estereótipo pela sociedade definido e auto-afirmado.

Sabe aquele carinha esquisito que estudava com você? Ele não tem namorada… (Não vai gastar dinheiro)

Vampiros não se entrelaçam afetivamente com ninguém, não detém percepção de sensações românticas…

Sabe aquele seu vizinho estranho não tão comunicativo? 12 de junho pra ele é dia de limpar o quarto… (Mas, provavelmente nem isso ele fará)

Curtam bem, valorizem as afetividades, comprem, afinal, dia dos namorados de certo modo serve para rotacionar o sistema comercial, assim como a Páscoa. Certamente lembranças virão do correio elegante nas boas épocas de escola.

Fique bem, curtam o dia, Eduardo Ribeiro.

Como não ser um chato (Nem tampouco idiota…)

Eduardo Ribeiro, Itaquaquecetuba, SP, 9 de junho de 2009

Esse artigo foi escrito com base nas recentes brigas de Helivelton e Renato, mas, não refletem necessariamente em totalidade os comportamentos e personalidade de ambos. Apenas 78%. Serviram apenas como inspiração. “Qualquer semelhança não é mera coincidência.

É natural do ser humano prezar e dar grande valor à interações, conhecer pessoas, lidar com pessoas, trocar informações, rir, mas, sempre na “roda” tem um idiota, acaba assim por ser chato e impor a sua chatice a todo custo sendo restrito e parcial.
O chato é assim por querer ser o diferente, o do contra, até quando o cara que geralmente não participa está ativo, ele faz questão de fazer o oposto.

Imagem interna e externa
Todos nós temos uma imagem interna e externa, podemos definir interna como nossas preferências restritas, por exemplo, alguém pode adorar música celta, e ser o único na “roda” a ter essa preferência, ora é uma preferência interna e restrita, pois ele não compartilha, mas, obviamente na roda todos tem algo em comum, o que seria o tema da imagem externa, o que se expõe de cada um, o assunto em pauta poderia ser futebol, algo que um número elevado de pessoas apreciam.
Você é o centro apenas do SEU círculo social, e utiliza uma faceta para cada círculo de amizade distinto que mantém.

Restritivo
Quando você é restritivo não permite que a outra pessoa, o receptor, compartilhe informação contigo, o maior exemplo disso são as Testemunhas de Jeová,  quando eles batem na sua porta e você atende, apenas eles falam, você não tem o espaço para interagir e trocar informações, apenas ouve, e isso é desgastante e chato… Mais chato que jogar “batata quente” sozinho… “A salvação está na terra, a salvação está na terra…”

Como o chato age
Digamos que você resolveu conversar com seus amigos num mensageiro instantâneo (Como o MSN Messenger), aquela conversa habitual, futebol, mulheres, cerveja, pinga, vodka, mulheres, atentados terroristas, carros, blogs, mulheres, heavy metal, computadores, política, mulheres… Até então, é um assunto praticamente exclusivo para homens, o que é óbvio, agora imagina que você avise aos seus amigos que colocará na conversa uma amiga sua, ora, imediatamente o teor da conversa deve mudar, mesmo que mantendo o foco anterior do tópico, a forma de abordagem deve ser mais sutil, em respeito à garota, porém, sempre tem um amigo seu que começará a falar palavrões, começará insistentemente a falar de um assunto restrito, este sem dúvida é um NERD TRÁGICO, o sujeito que não evolui, e que não sabe a hora de expor um conteúdo. Ou não sabe a hora de calar a boca.

“Você” é único e exclusivamente centro de seu “universo” contextual, não se deve invadir o espaço das pessoas, porque o mundo não gira em torno de alguém, as pessoas só agem em função de outras se aquela exerce uma função especial, e mesmo assim, que, mantém alguém no cume é a base, quem mantém um político através de sua imagem externa é o povo, sem este, o político não é nada, assim como os “astros” de televisão, quem os mantém, quem mantém sua popularidade são os fãs.

Os fanáticos por heavy metal são nerds trágicos, que nunca evoluem ou se desenvolvem e pensam que o mundo gira em torno da guitarra ou de tocadores da mesma, costumam cultuar qualquer um que toque mais rápido que ele em BPM.

Se você gosta muito de algum gênero musical: samba, jazz, blues, symphonic black metal, música erudita, ou qualquer outro gênero não tente impor a seus amigos que não detém este mesmo prazer, é comum a muitos “headbangers” (como seu auto-entitulam muitos nerds trágicos desta vertente musical) querer impor e falar exclusivamente disso em qualquer ambiente de interação interpessoal, o que torna a conversa desgastante e ridícula em certo ponto, o chato passa a ser idiota, se tem alguém sensato na conversa com certeza se retira, o mesmo vale para nerds trágicos que cultuam amores pelo UNIX, BSD, Linux, C/C++, e querer demonstrar a qualquer custo que entende algo de programação, que conhece sistemas distintos, a questão é que ninguém quer saber isso, e o sujeito acaba fazendo papel de bobo por tentar “se amostrar“, como provavelmente dizia sua mãe quando você era pequeno.

Fanáticos por qualquer vertente da informática costumam cultuar sistemas operacionais ou desenvolvedores do mesmo, “respiram” determinado assunto como “sistemas baseados em UNIX”.

O motivo é aparecer
A questão é sempre essa, querer aparecer, querer ser o “espertão” do pedaço, se distinguir dos demais, se ele vê no grupo um que toca algum instrumento, como a guitarra, o mais comum, e vive falando em termos técnicos do meio como “hammer on“, “pull off” (os mais falados, por serem em inglês), dedilhado, palhetada, bicorde, ponte, modos gregos, entre centenas de outros, ele vai querer se distinguir em algo também, para confrontar o guitarrista e ser o bonzão do pedaço, então por ser fã de programação de computadores começará exaustivamente a falar sobre a história do UNIX, começará a citar nomes de pessoas do meio que são incomum para pessoas leigas como Ken Thompson,  Dennis Ritchie, Brian Kernighan, Richard Stallman e começará a citar temas e principalmente acrônimos desconhecidos para as pessoas do meio que interage com ele, como GNU, MIT, MITS, AT&T, Bell Labs, a forma de abordagem deste sujeitos são na base do “você sabia?“: “Você sabia que o Altair 8800 foi projetado em 1975 e que a primeira linguagem feita para ele impulsionou o desenvolvimento de Bill Gates, resultando na criação da Microsoft?” ou “Cara, Malmsteen é um deus da guitarra, aquele solo que ele fez na velocidade da luz foi animal, cara, ele é tudo, cara, queria ser como ele…”, em muitos casos sujeitos assim envergonham a vertente que admiram, fazendo os receptores odiarem temas como programação e heavy metal, pois os nerds trágicos chateiam com estes assuntos e se restringem a falar apenas disso… O mesmo vale para centenas de outros temas, se for exposto de forma insistente e constante.

Consentimento e convivência pacífica
Todos devem apenas respeitar o espaço do próximo, num diálogo, se quiser apresentar um tema, faça, se a pessoa mostrar interesse, continue, troque informações, seja solicitado para tal, no mais, participe da conversa, contribua com o tema em questão e não seja brusco a mudar de assunto e estragar o contexto do diálogo:

“Amor, eu acho que gosto de você…”
“Eu também acho que gosto de você…”
“Mentira, KKKK, eu te amo…”
“Ah, també… CARAY, PÔ, GOL DO CORINTHIANS, CARAY, PÔ, GOOOOOOOOOOOOOOOLLL… Ronaldo…”
“?”

Esse cara não é chato na internet.

Imagem externa na prática
Imagem externa é a sua faceta que expõe o conteúdo filtrado por você que será exposto. Numa conversa virtual, você pode ter acabado de vir do banheiro, mas, não irá contar isso, pois é irrelevante, pode estar fedendo a porco por ter acabado de acordar, mas, ninguém precisa saber se estiver fora do contexto, ou se tiver uma garota na conversa, para cada tipo de amigo, você usa uma faceta, que representará a sua imagem externa.

Mas, nem tudo é a boa imagem, ou ser legal, essa é uma das peculiaridades da internet, o sujeito é bom com a “imagem externa”, só diz coisas interessantes, filtra muito, tem boa lábia, mas, quando você o conhece pessoalmente ele pode ser manco, cego, não ter um braço e pode falar babando como um cachorro louco…

A lábia e o bem estar no desenvolvimento amistoso não vale apenas para os mais feios que tem que “dar duro” pra conquistar as pessoas, vale para todos, é um caminho importante para compartilhar, para o bem estar e quem sabe até para um desenvolvimento profissional e afetivo.

Mais uma de Eduardo Ribeiro,
um cara “legal” da internet. Ou não

A Linguagem do Exagero

Por Eduardo Ribeiro, Itaquaquecetuba, SP, 10, 11 de maio, 1 de junho de 2009

Jovens estão sempre querendo chamar a atenção, seja com vestimenta, seja com atitudes, porém, este comportamento traz consigo uma forma de expressão singular, divertida e cheia de distorções, esta é a linguagem do exagero.

“Real” situação relatada por você, quando enfrentou um rato de 4 metros com calção e salvou a vizinha linda do perigo.

A linguagem do exagero é um complemento de linguagem e pode ser utilizada seja qual for a sua língua materna ou dialeto, consiste em aumentar muito a descrição de um fato, para reafirmar a veracidade do mesmo (distorcendo-o), e só é usada entre dois falantes desta variante dialetal.

A linguagem do exagero não segue exatamente um padrão específico, simplesmente consiste em aumentar e inventar fatos associando-os à realidade, que favorecem a aumentar incrementando determinada situação, muito utilizada por “pegadores” e contadores de vantagem história.

Pegador: “Ontem eu catei quase sete mil.”
7 mil = 3. (Mas, pode também referir-se a 2, 4, 5…)

Um grande exemplo de linguagem do exagero foi o artigo “Pegador ou Nerd - Um estilo de vida“. Repare no trecho: “Bonitões são o terror das mães com seus arrastões deixam dezenas, centenas, milhares de garotas chorando. Óbvio que a frase não se refere a centenas nem milhares de garotas, no máximo uma dúzia, mas, a linguagem do exagero propõe-se muitas vezes a satirizar tornando o tema cômico e mais agradável de se abordar. Durante todo o artigo, seja descrevendo o nerd, seja descrevendo ou o pegador, não foge tanto à realidade exceto pela linguagem do exagero.

“Ontem meu cachorro cagou 125 kg de merda, tive que pegar tudinho, aquele cachorro filho de uma…”

A graça deste modo de comunicação é também imaginar como seria as coisas exatamente como descritas pelo interlocutor. Muitas vezes o falante já habituado constuma enunciar fatos irrelevantes para a ocasião, como dizer que está coçando ou voltando do banheiro. Óbvio que situações assim são ditas apenas para outros adeptos, como numa conversa por mensageiro virtual entre jovens espinhentos do sexo masculino.

Nesse “dialeto” em muitos casos há o “comprometimento com a mentira“,  (um código a ser seguido, de forma inconsciente) se não houver pelo menos uma grande mentira, não se trata de um exagerado e sim de um amador, um grande exemplo disso são os pescadores.

Seu pai é um grande mentiroso, quando vai pescar e vem com histórias absurdas.

Hipérbole
Na língua portuguesa, uma frase contendo a linguagem do exagero é categorizada como hipérbole em figura de linguagem, onde intencionalmente é retrato determinada situação utilizando um exagero acentuado referente à alguma situação. A linguagem do exagero é justamente o “exagero do exagero”, ou seja, um diálogo inteiro, uma comunicação total utilizando hipérboles e mentiras que retratem diversos casos, desde os mais simples com aumentativos fora do comum.

A linguagem do exagero é óbviamente sempre informal, dotado também de palavras de baixo calão ou vocábulos tradicionais do cotidiano. É uma forma de comunicação incrível, onde seus adeptos riem, se divertem, podendo chegar ao imaginário excepcional apenas numa simples conversa informal, onde é uma simples caída de um objeto numa valeta se torna uma aventura por um pântano assombroso em busca do objeto perdido.

Mais um mentira texto de Eduardo Ribeiro,
fiquem bem, até breve.

Piriquetinha, a fantoche bonitinha

Piriquetinha é uma boneca-fantoche (feita com meia limpa), e expressa nesse vídeo a sua opinião sobre a sua vida pessoal até que algo acontece…

E aqui seu parceiro de guerra, o “fantoche demoníaco”:

Futuramente toda uma estrutura será criada para dar vida a Piriquetinha e o seu parceiro. Ou não.